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Devocional 14/11/2015 |
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Devocional retirada do livro Mananciais no Deserto
Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto. (Jo 12.24.)
Vá ao antigo Campo Santo de Northampton, Massachussets, e visite o túmulo de David Brainerd; a seu lado está o de Jerusha Edwards, que ele amou mas não chegou a desposar. Quantas esperanças e expectações pela causa de Cristo desceram para o túmulo com a forma desgastada do jovem missionário.
E nada ficava, senão a lembrança querida e um punhado de índios convertidos! Mas o valoroso santo puritano, Jonathan Edwards, pai de Jerusha, que havia esperado ter o jovem como filho, juntou num pequeno livro as memórias de Brainerd.
E o livro criou asas e voou além dos mares, e iluminou a mesa de estudos de um estudante de Cambridge: Henry Martin. Pobre Martin! Por que haveria ele de jogar a vida assim, com todo o seu estudo, talento e oportunidades? O que havia ele realizado, quando regressava das costas de coral da Índia? Quando, com a saúde arruinada, só conseguiu arrastar-se até o sombrio caravançará nas proximidades do mar Negro, em Tocat — onde rastejava sob os arreios empilhados, para de encontro à terra refrescar-se da febre escaldante — e ali morrer só? Para que esse desperdício?… Da sepultura de Brainerd que morreu tão jovem e do túmulo isolado de Martin, brotou o nobre exército dos missionários de hoje. — Lord Wooley Bacon
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